Estudantes do IFRO Campus Ji-Paraná visitam o Real Forte Príncipe da Beira

Atividade relacionou conteúdos de História à formação territorial e à preservação do patrimônio cultural de Rondônia
Estudantes das turmas do 3º ano A e B do Curso Técnico em Informática Integrado ao Ensino Médio do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Rondônia (IFRO), Campus Ji-Paraná, participaram, no dia 16 de outubro, de uma visita técnica ao Real Forte Príncipe da Beira, no município de Costa Marques. A atividade teve como objetivo aproximar os conteúdos estudados em sala de aula da experiência de conhecer o patrimônio histórico regional.
Sob responsabilidade do professor Alan Cristian de Carvalho, a visita buscou ampliar a compreensão dos estudantes sobre a formação histórica e territorial de Rondônia, as disputas de fronteira no período colonial e as relações entre história, memória, cultura e identidade.
Para o professor, o contato com o patrimônio contribui para o estudo dos processos históricos. “Considero que experiências como essa são fundamentais para o ensino de História, pois permitem que os estudantes tenham contato direto com os espaços e vestígios materiais que ajudam a compreender os processos históricos estudados em sala de aula”, afirma.
A proposta também buscou estimular o reconhecimento e a valorização do patrimônio histórico e cultural regional, incentivando o sentimento de pertencimento e a reflexão sobre a importância de sua preservação. O espaço visitado possibilitou abordar a história de Rondônia a partir das diferentes experiências sociais que compõem a formação do estado.
“Conhecer o Real Forte Príncipe da Beira é também reconhecer que Rondônia possui uma história rica e complexa, marcada por diferentes sujeitos, culturas, relações de poder e experiências sociais”, destaca Alan.
Segundo o docente, essa aproximação tem uma dimensão educativa que ultrapassa o estudo dos conteúdos escolares. “Por isso, acredito que proporcionar aos estudantes essa vivência contribui não apenas para a aprendizagem dos conteúdos escolares, mas também para a construção de uma consciência histórica e patrimonial, incentivando as novas gerações a conhecer, valorizar e preservar a história de Rondônia”, conclui.
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