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Campus Vilhena: empreendedorismo social é tema de atividade em sala de aula

Publicado: Segunda, 10 de Setembro de 2018, 13h41 | Última atualização em Segunda, 10 de Setembro de 2018, 13h49 | Acessos: 715

Atividades sobre Empreendedorismo social em Vilhena 2

No período de 30/08 a 03/09, alunos da disciplina de empreendedorismo do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Rondônia (IFRO), Campus Vilhena, desenvolveram atividades baseadas na metodologia Células Empreendedoras, sob a coordenação da Professora Maria Ivani de Souza Vieira.

A disciplina é ofertada no terceiro ano dos cursos técnicos integrados ao ensino médio e tem como principais objetivos apresentar noções de planejamento para o empreendedorismo, criando e aplicando projetos de empreendedorismo. Já “Células Empreendedoras” é a metodologia voltada à criação e desenvolvimento de ecossistemas de educação empreendedora. O Programa Células Empreendedoras é aplicado em seis Institutos Federais e, segundo o seu site, visa “educar, integrar e disseminar as atividades empreendedoras dos IF, impulsionar medidas de estímulo à atividade criativa, promover ações que contribuem para formação do ser humano na busca da realização de seus sonhos com visão social, resgatando assim a cidadania, sustentabilidade ambiental e redução das desigualdades sociais, entre outros”.

Sob essa perspectiva, a atividade foi proposta para o fechamento do bimestre e teve como foco o desenvolvimento de um projeto social lucrativo. A Professora Maria Ivani explica que foi observado que os negócios mais lucrativos são na área social e que, por isso, pediu para que seus alunos escolhessem um problema social a partir do qual fosse desenvolvido um produto ou um serviço como opção de solução para o problema levantado.

Os temas apresentados foram os mais diversos, desde racismo velado à violência, habitação, educação e outros. Em grupos, os alunos primeiramente analisaram um problema social para o qual propuseram soluções, então realizaram a validação das soluções propostas através de pesquisas de mercado, estruturam a forma de atuação da empresa, inclusive avaliando a concorrência e formularam o modelo de negócio utilizando o Canva.

Finalmente, tiveram cinco minutos para realizar a apresentação para os jurados convidados, que avaliaram os trabalhos. A professora explicou de onde a atividade partiu: “Participamos com alguns alunos de uma maratona de células empreendedoras, onde se trabalha justamente este conceito de empreendedorismo social”. Ela contou que há grupos que pretendem utilizar o conhecimento adquirido com a atividade para submeter artigos no CONPEX (Congresso de Pesquisa, Ensino e Extensão) e outros que pretendem continuar desenvolvendo a ideia até que se transforme em negócio.

Camila Lorrayne Pereira afirmou que nunca tinha se aprofundado nos estudos de empreendedorismo até esta disciplina. “É muito bom, muito gratificante perceber que uma ideia sua pode mudar a vida de várias pessoas e pode beneficiar o nosso país que tanto precisa. A atividade me trouxe muita experiência, pude ver como é a sociedade em geral e coisas que ela precisa para mudar e se tornar cada dia melhor”, disse. Para os alunos, a atividade significou a oportunidade de refletir sobre problemas sociais e de compreender que podem colaborar para solucionar problemas sociais no Brasil a partir de soluções rentáveis. “Desenvolver uma região obtendo lucros a partir disso, ampliando horizontes e possibilidades”, complementa Maria Ivani.

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