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Campus Cacoal e ABDI firmam convênio para implantação de laboratório de solos e plantas

Publicado: Sexta, 22 de Março de 2019, 17h12 | Última atualização em Sexta, 22 de Março de 2019, 17h33 | Acessos: 913

Campus Cacoal Convênio

O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Rondônia (IFRO), Campus Cacoal, no intuito de se posicionar como centro irradiador científico do café no Estado de Rondônia, celebrou convênio de Cooperação Técnica Financeira com a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), do Ministério da Indústria e Comércio, para expansão e reestrutura do Laboratório de Solos e Plantas, visando o atendimento dos cafeicultores vinculados aos municípios pertencentes à Indicação Geográfica "Cafés de Rondônia". 

De acordo com o Diretor-Geral da unidade, Davys Sleman, de Negreiros, o convênio, no valor de R$ 482.000,00, tem como objeto a expansão e a reestruturação do Laboratório de Solos e Plantas do Campus Cacoal “[...] objetivando a análise de solos, a fim de promover o acesso dos cafeicultores da região, a essa tecnologia e, consequentemente, a melhoria na eficiência na aplicação de fertilizantes e aumento da produtividade".

A importância desse convênio e a implementação do Laboratório de Solos e Plantas visa atender uma demanda antiga dos cafeicultores que enviam suas amostras de solos para outros estados, elevando os seus custos. Assim, como destaca o Coordenador do Curso de Agroecologia do Campus Cacoal Professor Dr. Rodolfo Gustavo Teixeira Ribas "[...] com a  implementação deste laboratório teremos parâmetros para melhorar a qualidade do solo, realizar os ajustes necessários para fertilidade adequada e consequentemente a nutrição ideal da planta, o que resultará num café de qualidade e no aumento da sua produtividade". 

Café em Rondônia

Quinto maior produtor de café do Brasil, o Estado de Rondônia também é o segundo maior produtor de café robusta. A cafeicultura rondoniense possui grande importância sócio-econômica, uma vez que propicia a oportunidade de emprego e renda a mais de 22 mil famílias.  Diante deste fato, o café atua como um dos mais importantes agentes econômicos, sendo formador de uma poupança rural que proporciona a fixação do homem no campo.

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