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IFRO registra aumento de tecnologias assistivas

Publicado: Quarta, 11 de Dezembro de 2019, 18h18 | Última atualização em Quarta, 11 de Dezembro de 2019, 18h53

O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Rondônia (IFRO), entre os anos de 2016 e 2019, tem registrado aumento gradativo de tecnologias assistivas para o atendimento de pessoas com deficiência na instituição.

Segundo o Revisor de Texto Braille do IFRO, Moisés Lima, a Coordenação de Educação Inclusiva (CEI/DAE/PROEN) do IFRO, através das realizações de capacitações, treinamentos, encontros, estudos técnicos, tem buscado fazer com que a inclusão plena dos estudantes aconteça dentro da instituição, “[...] e esses esforços contribuíram para que o número de tecnologias assistivas do IFRO aumentassem gradativamente ano a ano, chegando a registrar em dezembro de 2019 um aumento de 50,4% em relação ao nosso ponto de partida, o ano de 2016”.

Conforme a Coordenação de Educação Inclusiva, o IFRO tem realizado ações que beneficiem o público-alvo da educação especial, buscando atender os objetivos da instituição, bem como atender o que está preceituado no Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI -2018-2022), item 7.5.1, Plano de acessibilidade: “O Instituto Federal de Rondônia possui um compromisso social com relação à cultura inclusiva, propondo diversas ações para a participação de pessoas com deficiência ou necessidade especial em suas unidades, oferecendo atendimento diferenciado, desde o acesso físico, e moldando seus recursos pedagógicos para atender a comunidade com a melhor qualidade possível. Nesse sentido, a instituição vem buscando readequar seus ambientes físicos, bem como novas tecnologias que forneçam a melhoria adequada aos seus espaços com vistas à inclusão social”.

Veja abaixo a evolução do quantitativo de tecnologias assistivas e a sua evolução percentual anual:

  11    22  33

 Moisés Lima reforça que as tecnologias assistivas são fundamentais para os estudantes. “Essas ferramentas potencializam o processo educativo desses alunos público-alvo da educação especial, e também servem como uma ferramenta potencializadora do ensino quando aplicadas pelos docentes da instituição”.

Aquisições

Entre os materiais adquiridos estão os dicionários de LIBRAS, audiolivros, soroban, teclado colmeia, lupas, geoplano, punções, calculadora sonora, e outras. “Todas essas ferramentas otimizam o atendimento a estudantes com mobilidade reduzida, surdez, deficiência visual, baixa visão e estudantes que possuem alguma dificuldade motora”, reforça Moisés.  

Lima destaca ainda a aquisição de impressoras para produção em Braille, Impressora Fusora para produção de materiais táteis em alto relevo. “Ressalta-se também que a instituição aumentou o seu acervo de periódicos em Braille no período, chegando a dobrar a quantia existente em 2017, passando de 62 periódicos para 126 em 2018. Esses materiais são fundamentais para o atendimento a estudantes com deficiência visual e essas aquisições vão ao encontro das demandas existente nos campi”, esclarece o Revisor de Texto Braille. 

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