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Servidor e alunos do IFRO participam da Service Jam Porto em Portugal

Publicado: Quinta, 25 de Abril de 2019, 16h16 | Última atualização em Quinta, 25 de Abril de 2019, 16h35

Participação do IFRO na Service Jam Porto 4

Entre os dias 29 e 31 de março, a equipe do Professor Juliano Cristhian Silva, composta pelos Alunos Brenda Franco Carrocia e Enzo Matos de Jesus, que se encontrava em intercâmbio na cidade do Porto, em Portugal, por intermédio de Edital do Programa de Programa de Internacionalização da Pesquisa, Ensino e Extensão (Pipeex) do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Rondônia (IFRO), participou de um evento que acontece em mais de 100 cidades no mundo de forma simultânea, o Global Service Jam, que em sua versão local ganhou o nome de Service Jam Porto.

O evento ocorre todos os anos em diversos locais do mundo e agrega pessoas com o objetivo de explorar formas de modificar o mundo que as rodeia utilizando design e criatividade. Na cidade do Porto as atividades ocorreram no Porto Innovation Hub.  Durante o evento foram disponibilizadas mais de 40 horas para que os jammers (como são chamados são os participantes) trabalhassem simultaneamente para conceber protótipos baseados em um tema secreto em comum.  O evento contou com uma programação repleta de técnicas e métodos do Design de Serviço, contemplando ainda episódios de pesquisa com possíveis usuários, instrumentos indutores de criatividade e técnicas de prototipação.  

Etapas do evento

O professor Juliano explicou que no decorrer do Service Jam Porto, os participantes receberam orientação de como funcionava o processo do Design de Serviços e o cronograma dentro do projeto, seguido do sorteio das equipes e da apresentação do tema principal que inspirou as atividades seguintes. Após a apresentação do tema, seguiu o Brainstorming, no qual os participantes foram orientados a escrever em post-its tudo o que viesse em suas mentes em relação ao tema apresentado. Depois de determinada quantidade de tempo, veio a criação de clusters, que consistiu em agrupar as ideias advindas do brainstorming que têm relação umas com as outras.

Depois disso, os grupos trocaram de clusters, para forçar o desapego de suas ideias iniciais. “Após esta fase fomos orientados a buscar opiniões do público por meio de uma investigação de campo acerca da definição do problema inspirado. Na continuidade deu-se o processo de insights, para a construção de uma única ideia por equipe, assim trabalhamos na ideação de um produto ou serviço que pudesse resolver o problema apresentado”, explicou o Professor Juliano completando: “Quando todos os grupos estavam encaminhados com suas ideias, tivemos um período para desenhar e construir os protótipos. Com os protótipos prontos, saímos mais uma vez às ruas, agora com o protótipo do produto em mãos, a fim de coletar opiniões, e com isso determinar se o que foi pensando atendia ao anseio da sociedade, agora formatado em personas específicas e com objetivos mais delineados”.

Na sequência do evento, os participantes foram orientados na construção do front e back stage, “[...] que são basicamente aquilo o que se passa antes, durante, e depois da prestação do serviço ou utilização do produto, e de como o usuário vê e interage com o produto ou serviço oferecido. Tendo em mente o processo anterior, os grupos finalizaram e adaptaram os seus protótipos. Como parte final da construção dos produtos ou serviço do Service Jam Porto, tivemos a apresentação sobre o modelo de negócio Business Model Canvas, uma metodologia criada para facilitar a criação do modelo de negócio. Para assim podermos transformar a até então ideia de uma solução de problema, em um empreendimento que pudesse ser vendido e transformado em negócio”, descreve o docente.  

Após todas as etapas, os participantes do evento prepararam uma apresentação final/pitch para demonstrar todo o processo que os levou ao resultado final, ou seja, o problema, a ideia, o protótipo e o modelo de negócios. “O evento proporcionou um contato direto com a realidade do mundo lá fora, não importa a formação da pessoa, ali ele tem contato com toda e qualquer área de conhecimento, pois em no máximo 48h você sai de um tema totalmente abstrato, para a criação de um negócio. Porém não é um simples negócio, é uma solução de alto impacto na sociedade, pois sua premissa principal está em resolver um problema real na sociedade e não a criação de mais uma empresa, ou produto, ou serviço que se comporte como os demais no mercado. Na Jam o propósito é inovar, é fazer diferente do que já se vem sendo feito pelo mundo”, define Juliano.

Participação dos alunos

Brenda Franco Carrocia acompanhou de perto todas as etapas do evento e diz ter ficado muito satisfeita com o que aprendeu durante os três dias de imersão. “Foi um evento muito diferente de tudo que já vivi. Minha viagem a Portugal valeu muita a pena por conta da experiência vivida nestes três dias, vou levar para minha vida toda. Todas as pessoas que conheci, o que aprendi, quero compartilhar assim que voltar para casa. Inclusive já construímos um projeto para fazer o repasse de experiências aos nossos colegas no IFRO”, conta.

Para Enzo Matos de Jesus, o Service Jam Porto foi uma experiência transformadora. “Nele, tivemos 48 h para desenvolver a ideia de um serviço inovador, pela metodologia do design thinking, envolvendo o BM Canvas para desenvolvimento do modelo de negócio, brainstorming de ideias, prototipagem para pesquisa de campo. Todo este processo feito por equipes aleatórias com um orientador do início ao fim. Foi nosso fim de semana mais agitado e mais recompensador também, gostei muito da experiência, conheci novas pessoas, me esforcei e aprendi muito no processo”, relata.

Crédito de Imagens: Assessoria de Comunicação do Porto Innovation Hub

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