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IFRO envia mais dois pedidos de patentes

Publicado: Quarta, 30 de Março de 2016, 08h37 | Última atualização em Terça, 24 de Mai de 2016, 15h11

O reitor do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Rondônia (IFRO) assinou mais dois pedidos de patentes, na semana passada, de inventores do Campus Porto Velho Calama. As solicitações serão encaminhadas para análise, ao Instituto Nacional de Propriedade Industrial (Inpi), pela Pró-Reitoria de Pesquisa, Inovação e Pós-Graduação (Propesp), através do Núcleo de Inovação Tecnológica (NIT).

A 26ª patente requisitada pelo IFRO é de um quebra-cabeça tridimensional didático de associação de resistores. O dispositivo tem a finalidade de representar a associação de resistores em série, paralelo e mista, em um circuito elétrico. O último pedido enviado, também do Campus Porto Velho Calama, é de um kit didático para simulação do efeito estufa. Trata-se de um equipamento projetado com a finalidade de ensino e experiência sobre este fenômeno.

Diante do número de patentes solicitadas pelo IFRO, o reitor, Uberlando Tiburtino Leite, solicitou que o setor estude em qual área poderá ser implantado um futuro polo de inovação e em quais áreas existe a necessidade de maior investimento. Segundo ele, a intenção é instalar este polo com o intuito de aumentar as produções. “Temos que começar a produzir mais e pensar uma ação do instituto para incentivar o que já existe no IFRO”, explicou.

O Pró-Reitor da Propesp, Gilmar Alves Lima Júnior, relatou que a ideia é produzir protótipos das invenções para levar as inovações tecnológicas para o público, “são unidades experimentais para levar nas feiras de inovação, exposições para transferência de tecnologia”, comentou. Além disso, o Pró-Reitor afirmou que o setor já está estudando como fazer esta transferência para a sociedade.

O IFRO possui patentes em diversas áreas de conhecimento, dentre elas, está a produção de dispositivos didáticos, o “primeiro passo é ter o protótipo para que as pessoas consigam ver o que é. A ideia é ter um protótipo de cada produto na reitoria, e se possível nocampus”, informou Rafael Paes de Barros, coordenador do NIT. A expectativa é que até o final do ano o IFRO aumente o número de pedido de patentes, frisou o coordenador ao esclarecer que o estudo das produções poderá ser feito através de uma planilha que divide estas tecnologias por área de concentração.

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