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JIFRO 2019 tem registro dos melhores resultados por campus

Publicado: Quinta, 14 de Novembro de 2019, 11h34 | Última atualização em Quinta, 14 de Novembro de 2019, 14h59 | Acessos: 492

jifroRealizado no final do mês de agosto deste ano, o 8º JIFRO (Jogos Internos do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Rondônia) deixou um saldo positivo nas novas marcas alcançadas pelos alunos-atletas. Com oito campi participantes (Ariquemes, Cacoal, Guajará-Mirim, Jaru, Ji-Paraná, Porto Velho Calama, Porto Velho Zona Norte e Vilhena), foram 487 credenciados entre atletas e equipe técnica e mais um total de 74 colaboradores atuantes por comissão durante os jogos.

O Boletim número 7 do JIFRO 2019 foi publicado e inclui resultados gerais, dados estatísticos e recordes. Segundo os organizadores, a apuração dos resultados gerais por campus se deu conforme o volume de colocações em cada posição, do primeiro ao oitavo lugar, com predominância de classificação por ordem decrescente de colocação.  No feminino, o campeão foi o Campus Porto Velho Calama, o vice-campeão o Campus Ariquemes e o terceiro lugar Cacoal. E o masculino teve a seguinte ordem de classificação entre os campi: Vilhena (1º), Cacoal (2º) e Ji-Paraná (3º). Já a classificação geral ficou com Cacoal (1º), Vilhena (2º) e Porto Velho Calama (3º).

Os atletas selecionados no JIFRO e que representaram o IFRO nos Jogos dos Institutos Federais (JIF 2019), no Espírito Santo, alcançaram o 12º lugar na classificação final. Foram três medalhas de ouro e duas de bronze, totalizando cinco medalhas.

Na visão institucional, os Jogos promovem amplo desenvolvimento, tendo em vista que “mobilizam diversas inteligências e promovem a melhoria do processo de socialização, que envolve ética, respeito, apreço à tolerância, aprendizado mútuo, integração de pessoas e interação entre os mais diversos sujeitos e componentes curriculares”, conforme explica o Diretor de Programas e Projetos de Extensão da Pró-Reitoria de Extensão (PROEX/IFRO), Sergio Francisco Loss Franzin.

“O JIFRO é uma estratégia didática focada na aprendizagem, não só nos resultados de competição. Afinal, proporciona oportunidades para todos os alunos, que iniciam suas práticas no campus sob a expectativa de que podem ir além de limites pré-estabelecidos; depois seguem para a fase de competição intercampus, em que continua o enfoque na aprendizagem, mesmo com uma crescente expectativa de resultados. Nas fases regional e nacional, a competição fica mais acirrada, mas permanece a concepção de Jogos para o desenvolvimento, embora as exigências de performance estejam se ampliando”, acrescenta o Diretor.

Novos desempenhos registrados em 2019

No novo quadro de recordes do JIFRO, o Atletismo apresentou um rendimento maior em algumas modalidades. O revezamento 4x100m (masculino) tem novo tempo, baixando mais de um minuto em relação ao ano anterior, e passando a ser 46”03, conquistado pela equipe do Campus Porto Velho Zona Norte.

No salto a distância (feminino), Ariane Nisterwitz (Vilhena) registrou 4.73m.  Para o salto em altura (masculino) a nova marca é de 1.80m, com Guilherme de Freitas Pinheiro (Porto Velho Zona Norte). E o salto triplo (masculino) neste ano Wellyngton de O. Batista (Porto Velho Zona Norte) alcançou a distância de 13.56m. Também o salto triplo (feminino) alcançou marca recorde com Danielle M. Marrieli (Porto Velho Calama) com 7.98m. 

Para o arremesso de peso (masculino), Thanus de Souza Antunes (Porto Velho Zona Norte) fez a marca de 13.28m. O atleta também aumentou a meta para o lançamento de disco (masculino), Thanus jogou o disco na distância de 34.31m. E no feminino, a nova marca do lançamento de disco é de 29.30m, com Alessandra A. da Silva (Ariquemes).

Para a natação, sendo uma modalidade nova, também os atletas registraram um novo quadro de recordes nos Jogos do IFRO.   “Em 2019, o JIFRO ocorreu novamente de forma harmoniosa, com excelentes resultados, tanto pelos recordes alcançados quanto pelo aperfeiçoamento das estratégias de organização. Os recordes são méritos dos estudantes e também do trabalho intensivo e orientado dos professores”, conclui Sergio Loss.

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