Ir direto para menu de acessibilidade.
Início do conteúdo da página

Rondônia recebe visita técnica de representante IFRR

Publicado: Segunda, 20 de Março de 2017, 10h56 | Última atualização em Segunda, 20 de Março de 2017, 10h58 | Acessos: 876

Fotos da Visita Técnica IFRR com representante do IFRO

Reuniões e visitas técnicas à reitoria e aos campi Porto Velho Calama e Zona Norte fizeram parte da agenda de representante do Instituto Federal de Roraima ao IFRO em Porto Velho, nos dias 16 e 17 de março. Na pauta estavam a Rede Federal, papel do Núcleo de Inovação Tecnológica (NIT), o NIT/IFRO em relação à Lei de Inovação, fluxos de processo, parte técnica e de procedimentos para registro de softwares e de patentes. A reunião ocorreu no Campus Zona Norte e no campus Calama houve visita ao Departamento de Pesquisa. As duas pró-reitorias de Pesquisa, de Roraima e de Rondônia, possuíam contato anterior e estão buscando aproximação especialmente para os NITs. Segundo o diretor do Núcleo de Inovação Tecnológica do IFRR, Vinícius Tocantins Marques, está entre os objetivos da nova gestão em Roraima conseguir mapear modelos de sucesso. Buscamos exemplos de instituições em inovação tecnológica, um dos institutos que tem conquistado avanços quando se trata de propriedade intelectual e de patentes é o IFRO.

A troca de experiência com Rondônia serve para “tentar entender a parte processual, que é como criar e dar entrada no processo de patente. E também como esses processos funcionam dentro do Instituto Federal: como é o diálogo com professor, com grupo de pesquisa, para tentar entender o fluxo completo, desde a ponta, onde começa a pesquisa aplicada, até o processo de patente”, explica o professor Vinícius. Muito mais que uma visita técnica, também se debate o fortalecimento na área da pesquisa do Norte no geral, dentro do Fórum de Pesquisa, Inovação e Pós-Graduação do CONIF (Forpog). Os estados estão levantando assuntos comuns e que podem ser compartilhados com toda a região. Neste ano, assumiu pela primeira vez a coordenação do Forpog, um representante de Instituto Federal da região Norte. O eleito para coordenar o Fórum foi o pró-reitor de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação do IFAM, José Pinheiro de Queiroz Neto.

Conforme Vinícius Tocantins, “o Norte do Brasil possui ‘n’ particularidades: a própria Amazônia, a proteção ambiental, como nos relacionamos com a comunidade. Isso influencia na geração de tecnologia que estamos propondo e quando começamos a ter essa união fica mais fácil compartilhar casos de sucesso. Pretendemos que os grupos de pesquisa, junto com os núcleos de inovação, estejam num diálogo mais próximo (utilizar a internet ou aproveitar encontros nacionais que acontecem) para trocar essa experiência do Norte, tentando criar modelos de sucesso, que independente do gestor à frente, saiba que faz parte de um processo mais longo”.

A transferência das tecnologias geradas e registradas pelos Institutos faz parte também dos debates. “Nos NITs da Rede toda temos dificuldade ligada à propriedade intelectual, à transferência de tecnologia, incubadoras de empresa para a parte de empreendedorismo, e o NIT do IFRO tem certa expertise de propriedade intelectual, principalmente na parte do registro. Porém, o grande gargalo da Rede não é só a parte do registro, mas o que vamos fazer depois com essa tecnologia. É importante debater para quem sabe chegar a uma política pública nacional que incentive e fortaleça também esse aspecto”, afirma o coordenador do Núcleo de Inovação Tecnológica do IFRO, Rafael Paes.

Fim do conteúdo da página