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Comissão de acolhimento do Campus Vilhena realiza ação de sensibilização sobre cyberbullying

Publicado: Segunda, 03 de Dezembro de 2018, 12h20 | Última atualização em Segunda, 03 de Dezembro de 2018, 12h20 | Acessos: 236

Comissão de Acolhimento do Campus Vilhena O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Rondônia (IFRO), Campus Vilhena, realizou no dia 14 de novembro uma ação de sensibilização sobre cyberbullying entre os alunos do ensino técnico integrado. A atividade ocorreu em vários momentos durante o dia para que todas as turmas pudessem participar.

 A iniciativa partiu da comissão de acolhimento do Campus, que iniciou o trabalho apresentando o episódio “Mídias Sociais”, da série “Eu e o Universo”, representando o mau comportamento nas redes sociais através de experimentos e análises sobre os motivos que levam o indivíduo a agir no mundo virtual de forma diferente do que agiria se não estivesse atrás de uma tela.

 A atividade foi coordenada pelo professor de filosofia Alvino Moraes e pela psicóloga voluntária Larissa Nogueira, que tem contribuído com o Campus nas últimas semanas. Os profissionais conduziram os alunos a uma reflexão sobre seus comportamentos e práticas.

O professor Alvino falou sobre a necessidade de o indivíduo conhecer a si próprio para não se deixar afetar pelas opiniões que circulam nas redes e sobre os perigos de tomar como verdadeiro tudo o que está nas mídias sociais.

 A psicóloga Larissa falou com os discentes sobre a importância de repensar o consumo dessas mídias porque elas afetam cada idade de uma forma diferente e, no caso dos adolescentes, o impacto é ainda maior, pois ainda lhes falta maturidade para que possam usar as redes de forma consciente.

Sobre a realização da atividade e a escolha do tema, Larissa complementou. “O cyberbullying é uma questão muito real na adolescência porque as redes oferecem um distanciamento, certa invisibilidade, que gera uma série de opiniões, muitas vezes impensadas. É importante discutirmos o assunto para esclarecer algumas coisas e para sensibilizá-los de que seus atos podem causar sofrimento a outras pessoas”, explicou.

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