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Campus Cacoal promove recital para encerramento dos FICs de música

Publicado: Terça, 12 de Dezembro de 2017, 16h36 | Última atualização em Terça, 12 de Dezembro de 2017, 17h27 | Acessos: 551

GRUPO DE ALUNOS E PROFESSORES ENVOLVIDOS NO PROJETO

O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Rondônia (IFRO), Campus Cacoal, encerrou no último dia 7 de dezembro as atividades dos cursos de Formação Inicial e Continuada (FIC) em Música: a prática e o ensino musical e Música com ênfase em canto. A última atividade dos cursos foi um recital, que reuniu todos os alunos para apresentações, em auditório anexo à biblioteca da Universidade Federal de Rondônia (UNIR) em Cacoal.

Durante o recital foram apresentadas 14 peças musicais, variando entre exibições instrumentais e de canto. “Os alunos foram orientados a apresentar composições originais ou elaborar arranjos de alguma composição do repertório popular ou sinfônico”, explicou o coordenador do curso, professor Afonso Romagna.

Em sua avaliação os resultados alcançados foram muito positivos, especialmente pelo fato de reunirem alunos de diferentes faixas etárias e com variadas experiências musicais. “Isso contribui para diversidade nos resultados musicais e também das aulas. Nosso objetivo foi trabalhar a música para além dos conceitos teóricos, focando nas diversas experiências que cada pessoa pode estabelecer com a música”, acrescentou.

Os cursos FIC em Música foram oferecidos no Campus Cacoal, em uma escola da zona urbana de Cacoal e no distrito do Riozinho. Apesar disso, o programa atraiu pessoas de vários municípios da região que residiam em Espigão D'Oeste, Pimenta Bueno, Nova Pimenta e Primavera de Rondônia. Estes viajavam todas as semanas para as aulas.

Foi o caso do aluno Antônio Alves, de 16 anos. Ele mora em Espigão do Oeste e duas vezes por semana se reúne a um grupo de quatro amigos para se deslocar até o Riozinho e acompanhar as aulas. Para ele, as atividades desenvolvidas foram relevantes. “Sempre tive vontade de fazer um curso, independente de já tocar violino, mas não tinha oportunidade, especialmente pela questão financeira. Quando vi a qualidade da ementa e soube que era de graça, fiquei muito atraído. Tive a impressão de que as aulas iam ser gerais, básicas, mas aprendi muito”, avaliou.

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