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Estudantes de Cacoal atuam em projeto para coleta de sangue

Publicado: Quarta, 06 de Dezembro de 2017, 19h09 | Última atualização em Quarta, 06 de Dezembro de 2017, 19h16 | Acessos: 155

ALGUNS DOS ALUNOS TAMBÉM PARTICIPARAM DOANDO SANGUE À CAMPANHA

Atendendo a um requisito da disciplina de Ética Profissional e Cidadania, um grupo de alunos matriculados no curso de Agroecologia do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Rondônia (IFRO), Campus Cacoal, participaram de um projeto que incentiva os moradores da cidade a doarem sangue. Os alunos atuaram realizando uma divulgação prévia e no atendimento dos doares no dia da coleta, em parceria com a Fundação de Hematologia e Hemoterapia do Estado de Rondônia (Fhemeron) e com a Igreja Adventista do Sétimo Dia (IASD).

“Devido à localização do nosso campus, teríamos dificuldades em realizar a coleta em nossa unidade. Por isso, aproveitamos a experiência da Igreja Adventista, que já realiza essa campanha junto à Fhemeron todos os anos e trouxemos os nossos alunos para aproveitar a oportunidade de atuar num contexto tão importante à manutenção da saúde”, explicou o professor Clodoaldo Reis, professor da disciplina.

Responsável pelo projeto Vida por Vidas, que incentiva a doação voluntária de sangue e o cadastro para doação de medula óssea, o pastor Washington Ferreira destacou a alegria em receber os alunos do IFRO. “Entendemos que as instituições religiosas podem servir como elo entre as novas gerações e as necessidades sociais. Ter o IFRO juto conosco nesta campanha, consolidada no Brasil e na América do Sul, nos dá a convicção da importância de projetos desta natureza”, comentou.

Influência

Leila Pagung foi uma das alunas envolvidas no projeto. Ela contou que já havia atuado em projetos beneficentes, mas pela primeira realizou uma atividade assistencial a partir da escola. “Creio que foi um dos projetos mais legais que participei. Desde a confecção teórica do projeto, todo mundo estava bem empenhado e animado. Acho extremamente interessante a escola incentivar projetos como esses porque além da parte avaliativa a gente se integra à sociedade de uma forma diferente e pensamos mais nos outros”, disse.

Ela disse ainda que ficou surpresa com a facilidade no processo de doação. “Nunca tinha estado em uma campanha de doação de sangue e não sabia como era o processo. Achei que seria muito demorado, burocrático, inclusive com o cadastramento de doação de medula óssea, mas foi tudo muito prático. Os profissionais eram muito capazes e muito cuidadosos”, destacou Laura.

A jovem lamenta não ter tido a oportunidade de doar no dia da ação já que é menor de idade e estava sem a companhia de um responsável, mas explicou que já colocou todo mundo em casa para também colaborar. “O bom dessas campanhas é que os alunos podem falar para os familiares e o projeto ganhar uma abrangência muito maior. Falei para todo mundo lá em casa e fui com meus pais para eles fazerem o cadastro de medula. A partir de agora, sabendo o quão importante é, não iremos perder mais nenhuma campanha. Convenci minha mãe, alegando que nós duas somos O- e que seria um desperdício de vidas não doar sempre”, relatou.  

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